domingo, 17 de maio de 2009

Expressões Poéticas


Numa pequena e sem sentido


Palavra, eu me encontro


Perdida, desnorteada e desarmada


Sou as palavras no qual me expresso




Nas poesias encontro a arte


Do viver, a arte do prazer


Em curto e singelos versos


Eu encontro a minha paz




Num pedaço de papel componho


A vida, com um lápis, desenho a


Tua bela natureza de ser


E tuas curvas perfeitas




Encontro em mim a única


Maneira de me expressar


Escrever poesias e versos


Dolorosos, mas também amorosos




Na palavra encontrei o meu


Jeito de ser, um alguém que


Só pensa no você, ou que


Só pensa em escrever




Expressões são poéticas


Poéticas são as expressões


As palavras são passaportes


Para o mundo de fantasias




As fantasias são revestidas


De sonhos, os sonhos são revestidos


De poesias e as poesias são


Revestidas por mim
Joyce Marins


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Cura pra essa vida


A pressa é inimiga da perfeição

Sei porque tá tudo andando pela contra-mão

Olho pros lados, tento achar uma solução

Logo percebo que eu tô errada não tem jeito não


Pra quê a hora se o tempo sou eu que faço

Nem vem querer tirar pedaço

Eu só queria um beijo, ou quem sabe

O teu aconchegante abraço


Tento buscar num incerto futuro razão

Para sofrer agora, mas vejo que pra isso

Não se tem minuto, muito menos hora

Quem sabe eu consiga voltar aos tempos de outrora


Se quer saber não existe fim pra o que nem começou

Mas numa coisa você tá certo, lamento, mas acabou

É chato dizer que continuo sozinha e ferida, mas fazer o

Que se já não há cura para essa minha oportuna vida


Joyce Marins

Cadê você?


Cadê você que não vem?

Me deixou mesmo meu bem?

Olho pro céu nenhuma estrela

Tudo corre na mesma lenteza

Imagino onde você está

Penso no que vou te falar

E quem me ajuda é a brisa do mar

Vejo um casal se beijando

É incrível tudo passa voando

Queria mesmo era saber onde

Você está pra eu ir aí correndo

Te encontrar

Estou louca pra te vê

Mas afinal cadê você?


Joyce Marins

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Na madrugada


Deito na cama e fico acordada

A janela aberta o vento passa

Na parede a minha sombra,

Do meu lado um violão e coisas

Espalhadas pelo chão



Isso sempre acotece

Na madrugada o tempo

Desaparece, com ele vai

Meu sono e fico naquele

Desabandono



Ligo a TV pra me entrerter

Mas me querem ver sofrer

Parece que nada vai fazer
Que eu esqueça você



Joyce Marins