sábado, 12 de setembro de 2009

Pra não dizer que eu não falei das lágrimas


Despedaçado está meu parvo coração
Logo ele se atrair por uma louca sedução
Ainda não sei como pude cair a tal encanto
Mas uma coisa é certa hoje vivo em pranto

Lágrimas são agora as minhas mais novas companheiras
Isso tudo porque perde as minhas estribeiras
Hilária essa minha terrível e chata situação
É só fechar os olhos e estou em outra dimensão

Tudo por causa da irresistível sensação de ter nos braços
E por um momento me perder em seus abraços
Todavia, não são eles que me envolvem mais
Tudo o que eu queria agora era de volta minha paz

Joyce Marins

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

- Tradução de Smile- (Sorria)


Sorria

Ainda que seu coração esteja doendo

Sorria

Mesmo que ele esteja partindo

Quando há nuvens no céu

Você sobreviverá...


Se você sorrir

Com o seu medo e tristeza

Sorria e talvez amanhã

Você verá que a vida ainda vale a pena

Se você apenas...


Acender o seu rosto com alegria

Ocultar todos os vestígios de tristeza

Embora uma lágrima pode estar sempre tão perto

Esse é o momento que você deve continuar tentando

Sorria, pra que serve o choro

Você verá que a vida ainda vale a pena

Se você apenas...


Sorria

Ainda que seu coração esteja doendo

Sorria, mesmo que ele esteja partindo

Quando há nuvens no céu

Você sobreviverá...


Se você sorrir

Através do seu medo e tristeza

Sorria e talvez amanhã

Você verá que a vida ainda é válida

Se você apenas sorrir


Este é o momentoque você tem que continuar tentando

Sorria, para que serve o choro

Você verá que a vida ainda vale a pena

Se você apenas

Sorrir


Charles Chaplin

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Janela Azul


Não me via só naquele lugar, apesar de não haver ninguém lá

Eu tinha os pássaros comigo, tinha as árvores comigo, eu tinha

A vida era tão bonita lá, lugar esse vistoso e cheio de cores

Mas para só um canto eu olhava, a janela azul da sua casa

Janela essa que levava embora toda a minha humilde atenção

Não podia evitar tamanha ironia do destino, eu tinha que olhar

Eu olhava por um único motivo, na janela debruçada te encontrar

Era só isso que eu queria para aquele meu lindo dia completar

Seria impossível não me desesperar, uma decepção, não estava lá

Acabei me conformando, e de volta com o meu cavalo fui a galopar


Joyce Marins

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fim do dia


Da janela de um prédio baixo, assistia a nitidez do tempo
E o decorrer da hora, que apressadamente andava
Sentia o vento bater no meu rosto, e um tal de alvoroço
E debaixo da minha janela um lindo sol se escondia

Ao ver o dia se acabar, mas nada eu podia imaginar
A não ser você entrar pela porta do meu quarto
E instantaneamente nos meus braços se jogar

Mas não, você não foi ao meu encontro
E me pus em pranto, não iria mais ver seus
Olhos de tom acobreado, seus belos cabelos
Compridos e não ouviria sua simplória voz

O que mais eu poderia querer? Ter você, minha
Menina, mas como se o tempo havia de ter-nos
Separados, a não ser, apenas pensar em você

Joyce Marins