
Na poesia encontro a arte do viver, a arte do prazer. Em curtos e singelos versos eu encontro a minha paz. (Joyce Marins)
sábado, 6 de março de 2010
Se as palavras sentido tivessem

As palavras, as palavras são seres-vivos
Que derrubam e levantam
Que machuca e reanima
As palavras são apenas palavras
Apenas não quer dizer somente
Mas sim, que a palavra por tão simples
É indispensável por todos
Ah! Se as palavras sentido tivessem
Você não entenderia o que digo
Porque o que digo são apenas palavras
E palavras sem sentido
Você não sabe o que significa o que digo
Mas, eu sei [que alegria
E por tanto isso basta
Se as palavras sentido tivessem
Eu não existiria!
Joyce Marins
Que derrubam e levantam
Que machuca e reanima
As palavras são apenas palavras
Apenas não quer dizer somente
Mas sim, que a palavra por tão simples
É indispensável por todos
Ah! Se as palavras sentido tivessem
Você não entenderia o que digo
Porque o que digo são apenas palavras
E palavras sem sentido
Você não sabe o que significa o que digo
Mas, eu sei [que alegria
E por tanto isso basta
Se as palavras sentido tivessem
Eu não existiria!
Joyce Marins
Soneto da volta dos esquecidos

Revestindo meu corpo com uma forte armadura
Vou à luta, conquistar o mundo
Conhecendo meus inimigos a fundo
Levando no peito vingança de baixo da noite escura
Vou com meu exercito enfrentar o inimigo
Levando armas e munições
Aprendendo grandes lições
E arrastando meus leves pensamentos comigo
Galopando no meu cavalo vou eu
Por um pedaço de chão
E o mundo inteiro já me esqueceu
Gostaria que todo esse sonho fosse verdade
Mas sou apenas uma pessoa comum
Vivenciando sua bela e triste realidade
Vou à luta, conquistar o mundo
Conhecendo meus inimigos a fundo
Levando no peito vingança de baixo da noite escura
Vou com meu exercito enfrentar o inimigo
Levando armas e munições
Aprendendo grandes lições
E arrastando meus leves pensamentos comigo
Galopando no meu cavalo vou eu
Por um pedaço de chão
E o mundo inteiro já me esqueceu
Gostaria que todo esse sonho fosse verdade
Mas sou apenas uma pessoa comum
Vivenciando sua bela e triste realidade
Joyce Marins
Soneto da Reconstrução

Explica por que as coisas não são como as de antes?
Por que insistimos em procurar as pessoas que foram embora?
Sei que é difícil responder,mas preciso da resposta agora
Por que os momentos não são constantes?
Quero tanto mergulhar em fortes abraços
Saciar essa vontade que me mata
E a dor que, o meu peito, massacra
Preciso refazer os legítimos e antigos laços
O vazio na minha mente a cada dia fica maior
E minhas tardes mais quietas que a de outrora
Isso por que preciso de amor verdadeiro ao meu redor
Se algo queres fazer por mim
Me alegras
E tira-me desse vazio sem fim
Joyce Marins
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